Setembro 13, 2018

“A Cidade Branca” de Alain Tanner de 1983: Cartazes e Fotografias

Este slideshow necessita de JavaScript.

Anúncios
Setembro 13, 2018

“A Cidade Branca”, Alain Tanner, de 1983: Trailer (excerto)

Setembro 13, 2018

Boletim da 360ª Sessão: “A Cidade Branca”, de Alain Tanner, 1983

“Paul (Bruno Ganz) é um marinheiro suíço que desembarca em Lisboa, onde decide ficar por algum tempo. Instala-se num quarto, de frente para a zona ribeirinha, e durante dias dedica-se a fazer pequenos filmes da cidade, na sua super-8 mm, que depois envia para a mulher, juntamente com as cartas que lhe vai escrevendo. Continuar a ler

Setembro 3, 2018

“San Francisco” de W.S. Van Dyke de 1936: Cartazes e Fotografias

Este slideshow necessita de JavaScript.

Setembro 3, 2018

“San Francisco”, W.S. Van Dyke, de 1936: Trailer

Setembro 3, 2018

Boletim da 359ª Sessão: “San Francisco”, de W.S. Van Dyke, 1936

(…) “São Francisco, Cidade do Pecado” (Metro-Goldwyn-Mayer, 1936), dirigido por WS Van Dyke, é um predecessor de todos os filmes de catástrofe de Hollywood que ficaram famosos na década de 1970, mas nada se compara a esta produção, com um roteiro bem escrito por Anita Loos, e com o desenvolvimento do enredo com precisão, além de um excelente elenco liderado por Clark Gable, Jeanette MacDonald, Spencer Tracy e Jack Holt. Continuar a ler

Setembro 1, 2018

Programação Setembro 2018: Cartaz

Agosto 28, 2018

“Manhattan” de Woody Allen de 1979: Cartazes e Fotografias

Este slideshow necessita de JavaScript.

Agosto 28, 2018

“Manhattan”, Woody Allen, de 1979: Trailer

Agosto 28, 2018

Boletim da 358ª Sessão: “Manhattan”, de Woody Allen, 1979

Manhattan, feito em 1979, é uma espécie de mito primordial do cinema de Woody Allen, um Livro de Génesis do seu cinema. Mesmo que as bases dele já estivessem lançadas tanto na fase mais fabular do começo de sua carreira – que vai até Nem Guerra Nem Paz, de 1975 – quanto nos dois filmes já urbanos e angustiados que o antecederam – Annie Hall, de 1977, e Intimidade, de 1978, este sua primeira referência explícita a Bergman – , sobretudo porque já estava lá o personagem obsessivo que dominaria suas aparições em seus filmes, é no filme sobre a cidade que se tornaria o fantasma mais forte a assombrar a mente do diretor que se pode falar em origem, em um sentido mesmo mítico. Manhattan faz de Allen um autor, no sentido em que o filme inaugura Allen, cria como memória um discurso, que é inexoravelmente o próprio cineasta. Continuar a ler

%d bloggers like this: