Archive for ‘Boletim’

Julho 19, 2018

Boletim da 353ª Sessão: “Adeus, Lenine!”, de Wolfgang Becker, 2003

Outono de 1989. Pouco antes da queda do Muro de Berlim, a mãe de Alex tem um ataque cardíaco e entra em coma. O triunfo do capitalismo acontece enquanto ela está inconsciente. Quando finalmente acorda, no Verão de 1990, a RDA deixou de existir e Berlim está totalmente transformada. Alex, determinado a protegê-la a qualquer custo e com medo que ela volte a ter um ataque cardíaco se souber o que aconteceu, decide não lhe contar que o Muro caiu. Com a ajuda de um amigo, fabrica programas de televisão que já deixaram de existir, evita que ela veja anúncios publicitários (o que seria se ela visse um cartaz da Coca-Cola!) e enche a casa de produtos e objectos, cada vez mais raros e difíceis de conseguir.

Realizado por Wolfgang Becker, “Adeus Lenine” tem música de Yann Tiersen, o compositor que toda a gente conhece da banda sonora de Amélie Poulain.

http://cinecartaz.publico.pt/Filme/89148_adeus-lenine

 

FICHA TÉCNICA:

Título original: “Good Bye, Lenin!”, Alemanha, 2003

Realização: Wolfgang Becker

Produção: Stefan Arndt

Argumento: Wolfgang Becker e Bernd Lichtenberg

Música: Yann Tiersen, Claire Pichet, Antonello Marafioti

Fotografia: Martin Kukula

Montagem: Peter R. Adam

Produtora: X-Filme Creative Pool

Distribuição: X Verleih AG (Alemanha)

Duração: 121 minutos

FICHA ARTÍSTICA:

Daniel Brühl como Alexander “Alex” Kerner

Nico Ledermüller como Alex Kerner (aos 11 anos)

Katrin Saß como Christiane Kerner (Mãe de Alex)

Chulpan Khamatova como Lara (Enfermeira, namorada de Alex)

Maria Simon como Ariane Kerner (Irmã de Alex)

Florian Lukas como Denis Domaschke (Amigo e companheiro de trabalho de Alex)

Alexander Beyer como Rainer (Namorado)

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Julho 12, 2018

Boletim da 352ª Sessão: “Tudo Sobre a Minha Mãe”, de Pedro Almodóvar, 1999

(…) Almodóvar estica as cordas teatrais do melodrama, que sempre foi um género realista, sim, mas contaminado pelo delírio e que busca os artifícios extremos, até inverosímeis da imaginação e sobretudo do próprio género cinematográfico. Assim, a partir desses materiais radicalmente femininos e transmodernos, nos oferece uma história contemporânea e emocional que procura apenas ser um “oceano de dor”.

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Julho 4, 2018

Boletim da 351ª Sessão: “Mónica e o Desejo”, de Ingmar Bergman, 1953

“Monika é uma jovem rebelde, impetuosa e romântica. Harry é o seu apaixonado, calmo e sentimental. A paixão que os une é intensa. Dispostos a viverem o ardor que os une, ambos partem para uma bela e isolada ilha, para passarem uns dias de “lua-de-mel”. A gravidez de Monika obriga-os a casar. Mas se Harry leva a sério as novas responsabilidades da relação, Monika continua presa a um comportamento de vida rebelde, de diversão e sem responsabilidades.

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Junho 28, 2018

Boletim da 350ª Sessão: “Rio Bravo”, de Howard Hawks, 1959

“Depois de muitos anos de grandes sucessos, tanto Howard Hawks quanto John Wayne haviam enfrentado fracassos, quando se reuniram para fazer Rio Bravo, em 1958.

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Junho 21, 2018

Boletim da 349ª Sessão: “Rio Grande”, de John Ford, 1950

(…) Com uma fotografia em preto-e-branco tendo o icónico Monument Valley ao fundo, John Ford coloca o Homem em seu devido e diminuto lugar diante da natureza, mas quase que como um detalhe na fita, pois o embate verdadeiro está todo ele na solidão. E, novamente, as tomadas em plano aberto evocam muito claramente a solidão do Homem diante da expansão desértica, mesmo quando ele tenta manter um semblante de civilização.

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Junho 7, 2018

Boletim da 348ª Sessão: “Os Dominadores”, de John Ford, 1949

 

Ford constrói “Os Dominadores” como uma espécie de road-movie, de maneira similar ao que havia feito com “As Vinhas da Ira” (The Grapes Of Wrath, 1940). Utilizando muito bem (como sempre) o uso de sugestões visuais em detrimento do diálogo, ele eleva o trabalho dos atores a outro patamar.

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Maio 29, 2018

Boletim da 347ª Sessão: “Forte Apache”, de John Ford, 1948

Forte Apache, o primeiro da “TRILOGIA DA CAVALARIA”

(…) Ford leu muito sobre a Cavalaria Americana, e partiu dele a ideia de contar o que sabia sobre a instituição, mas achou melhor contar numa forma de trilogia. A esta altura, John Wayne (1907-1979) já era seu grande astro, cujo impulso foi alavancado pelo próprio Ford na sua obra “Stagecoach”, em 1939.

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Maio 18, 2018

Boletim da 346ª Sessão: “As Badaladas da Meia-Noite”, de Orson Welles, 1965

“A terceira adaptação de Shakespeare por Orson Welles, utilizando um personagem de várias peças, Sir John Falstaff, companheiro de folia da juventude de Henrique IV é, sem dúvida, um dos filmes que melhor capta o espírito da obra do grande dramaturgo, esta história de uma amizade traida em nome dos interesses do Estado, com uma das maiores cenas de batalha jamais filmadas, onde a fúria dá lugar ao cansaço e o sangue se mistura com a lama. John Gielgud interpreta o papel de Henrique IV.”

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Maio 10, 2018

Boletim da 345ª Sessão: “A Leste do Paraíso”, de Elia Kazan, 1955

“O filme “A Leste do Paraíso” marca o primeiro papel de relevo de James Dean no cinema. A sua interpretação de um jovem rebelde e insatisfeito, que retomaria em “Fúria de Viver” (realizado por Nicholas Ray no mesmo ano), transformaram de imediato o actor num ícone da sua geração.

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Maio 4, 2018

Boletim da 344ª Sessão: “Os Três Mosqueteiros”, de George Sidney, 1948

George Sidney assinou em 1948 esta comédia de aventuras recheada de cenas arrojadas, grandes duelos à espada e diálogos irónicos.

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