Archive for ‘Boletim’

Junho 26, 2017

Boletim da 301ª Sessão: “Alemanha, Ano Zero”, de Roberto Rossellini, de 1948

“1947. Berlim. Edmund é um rapazinho e ajuda a família em desenrascanços para aquisição de bens alimentares. Um dia, reencontra um antigo professor, que lhe dá uma “aula” sobre os novos tempos. Em consequência, Edmund toma uma acção drástica sobre a sua família.

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Junho 21, 2017

Boletim da 300ª Sessão: “Uma Vida Difícil”, de Dino Risi, de 1961

Não é fácil fazer uma boa comédia. Principalmente, se ela traz embutida uma forte crítica social. A coisa se complica mais ainda se, além disso tudo, ela tiver uma boa dose de melancolia. Nesse verdadeiro campo minado, os italianos são excepcionais e entre eles, o cineasta Dino Risi é um de seus maiores mestres. Risi é pouco conhecido. Afinal, ele tinha uma concorrência de peso, uma vez que é contemporâneo de Federico Fellini, Luchino Visconti e Michelangelo Antonioni, só para citar três dos maiores nomes do cinema italiano da época. Uma Vida Difícil, com roteiro escrito por Rodolfo Sonego, conta a história de Sílvio Magnozzi (Alberto Sordi).

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Junho 6, 2017

Boletim da 299ª Sessão: “As Noites de Cabíria”, de Federico Fellini, de 1957

“(…) Vamos ver, portanto, “As Noites de Cabíria”, esse filme de Fellini e de Giulietta Masina, marido e mulher durante 50 anos e um dia e inspiradores mútuos na construção desta e de outras obras, de que me interessa destacar “La Strada” – porque também “La Strada” é Giulietta Masina, apesar do Anthony Quinn que ele lá é.

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Maio 31, 2017

Boletim da 298ª Sessão: “O Milagre de Milão”, de Vittorio De Sica, de 1951

“Vittorio De Sica (reúne) no interior de “Miracolo a Milano” as porções certas de humor, drama, romance e fantasia. Vittorio De Sica desenvolve eficazmente as dinâmicas destes elementos que se encontram em situações de pobreza extrema, para além de expor, de forma ficcional, as dificuldades sentidas por estes homens e mulheres que procuram viver com dignidade e as ténues conquistas que efectuam, com “Miracolo a Milano” a colocar o altruísmo, optimismo e alegria de figuras como Totò em contraste com o oportunismo dos grandes capitalistas ao mesmo tempo que exibe as discrepâncias de uma sociedade que beneficiaria e muito se tivesse mais indivíduos como o personagem interpretado por Francesco Golisano.

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Maio 18, 2017

Boletim da 296ª Sessão: “Noite de Estreia”, de John Cassavetes, de 1977

(…) A característica mais notável dessa obra de John Cassavetes é a inserção teatral enquanto dramaturgia, principalmente dizendo respeito às atuações. Há uma diferenciação notória em cena que incide sobre o cinema e o teatro, algo cuidadosamente tratado e dirigido. Os atores são pilares desse filme multitemático e Gena Rowlands, com sua Myrtle Gordon, entrega uma das performances mais impressionantes já oferecidas pela arte da ilusão, pela ilusão da atuação, ou não atuação, da naturalização como emenda de uma personagem sem restritas dimensões. A linguagem particular do cineasta encontra aqui um de seus maiores desafios e impressiona.

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Maio 4, 2017

Boletim da 295ª Sessão: “O Vale Era Verde”, de John Ford, de 1941

 

“O Vale era Verde” é uma adaptação da primeira obra de Llewellyn, um romancista inglês nascido em 1906 e que alcançara enorme prestígio com a publicação desse tocante e comovente drama. Esteticamente o filme tem o poder de encantar profundamente. Filmado com um belíssimo preto e branco, algumas sequências dispensam completamente os diálogos, já que as imagens falam por si só.

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Abril 26, 2017

Boletim da 294ª Sessão: “Através da Noite”, de Woody Allen, de 1999

“(…) De carácter episódico, o filme é marcadamente uma comédia, onde Sean Penn é o fulcro de todo o humor, como o é de toda a história. Tendo como pontos altos as interpretações musicais, e a descrição nostálgica de uma era quase mítica, com o olho para o detalhe típico de Allen quando se dedica a este período.

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Abril 17, 2017

Boletim da 293ª Sessão: “Hair”, de Milos Forman, de 1979

Momento gostoso aquele em que podemos rever os bons filmes do passado. Recentemente, tive a oportunidade de re-assistir um dos meus favoritos, o filme musical Hair (1979) do diretor tcheco Milos Forman (premiado por Amadeus), baseado na peça musical homônima, de grande sucesso no final dos anos 1960.

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Abril 10, 2017

Boletim da 292ª Sessão: “Amor Sem Barreiras”, de Jerome Robbins e Robert Wise, de 1961

Esta Sessão será efectuada 5ªfeira, 13 de abril.

“Amor sem barreiras” é, sem dúvida, o melhor Musical dos anos 60.  Ganhador de nada menos que 10 Oscars, esse excelente filme apresenta uma pungente crítica social, ao revelar os muitos preconceitos da sociedade americana em relação aos imigrantes.

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Abril 4, 2017

Boletim da 291ª Sessão: “Eles e Elas”, de Joseph L. Mankiewicz, de 1955

“Eles e Elas” é mais uma deliciosa comédia musical dos anos de ouro de Hollywood.  Baseado numa peça homônima da Broadway, escrita por Abe Burrows e Jo Swerling, o roteiro foi muito bem construído por Joseph L. Mankiewicz, responsável também por sua direção.

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