Archive for ‘Boletim’

Agosto 17, 2017

Boletim da 307ª Sessão: “O Comboio Apitou Três Vezes”, de Fred Zinnemann, 1952

“Ficou como um dos momentos decisivos na evolução do “western” ao longo da década de 50: o célebre “High Noon”, de Fred Zinnemann, tinha no seu centro dramático o par Gary Cooper/Grace Kelly.

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Agosto 9, 2017

Boletim da 306ª Sessão: “Um Caso de Vida ou Morte”, de Michael Powell e Emeric Pressburger 1946

Um Caso de Vida ou de Morte” é uma obra-prima da dupla de realizadores do cinema britânico composta por Michael Powell e Emeric Pressburger. O filme decorre nos últimos dias da II Guerra Mundial e é uma mistura genial de realidade e fantasia.

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Agosto 3, 2017

Boletim da 305ª Sessão: “Pépé le Moko”, de Julien Duvivierde 1937

“(…) “Pépé le Moko” coloca-nos exactamente perante populações das margens, numa então colónia da França, povoada por distintas gentes, ao longo de uma história centrada num grupo de criminosos, em particular no personagem do título, interpretado de forma sublime por Jean Gabin, compelindo-nos a sentirmos alguma afinidade por este anti-herói.

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Julho 17, 2017

Boletim da 304ª Sessão: “Blade Runner: Perigo Iminente”, de Ridley Scott de 1982

No ano 2019 existe uma classe de androides chamados “Replicants” em tudo semelhantes ao Homem, menos no tempo de existência que é muito curto. Seis desses “Replicants” tomaram de assalto um vai e vem espacial entre a Terra e as colónias de outros planetas e andam à solta em Los Angeles.

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Julho 10, 2017

Boletim da 303ª Sessão: “Solaris”, de Andrei Tarkovsky de 1972

Existem muito poucos, ou quase nenhuns, pontos de contacto entre o “Solaris” de Soderbergh e o filme que Andrei Tarkovski realizou em 1972. O mais sensato é constatar que estamos perante dois objectos distintos, apesar de terem sido adaptados do romance de ficção científica do polaco Stanislaw Lem.

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Julho 1, 2017

Boletim da 302ª Sessão: “Planeta Proibido”, de Fred M. Wilcox, de 1956

Lançado em 1956, dirigido por Fred M. Wilcox e estrelado por um jovem Leslie Nielsen, Planeta Proibido (Forbidden Planet) é um filme de ficção científica que se destacou de seus pares da época.

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Junho 26, 2017

Boletim da 301ª Sessão: “Alemanha, Ano Zero”, de Roberto Rossellini, de 1948

“1947. Berlim. Edmund é um rapazinho e ajuda a família em desenrascanços para aquisição de bens alimentares. Um dia, reencontra um antigo professor, que lhe dá uma “aula” sobre os novos tempos. Em consequência, Edmund toma uma acção drástica sobre a sua família.

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Junho 21, 2017

Boletim da 300ª Sessão: “Uma Vida Difícil”, de Dino Risi, de 1961

Não é fácil fazer uma boa comédia. Principalmente, se ela traz embutida uma forte crítica social. A coisa se complica mais ainda se, além disso tudo, ela tiver uma boa dose de melancolia. Nesse verdadeiro campo minado, os italianos são excepcionais e entre eles, o cineasta Dino Risi é um de seus maiores mestres. Risi é pouco conhecido. Afinal, ele tinha uma concorrência de peso, uma vez que é contemporâneo de Federico Fellini, Luchino Visconti e Michelangelo Antonioni, só para citar três dos maiores nomes do cinema italiano da época. Uma Vida Difícil, com roteiro escrito por Rodolfo Sonego, conta a história de Sílvio Magnozzi (Alberto Sordi).

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Junho 6, 2017

Boletim da 299ª Sessão: “As Noites de Cabíria”, de Federico Fellini, de 1957

“(…) Vamos ver, portanto, “As Noites de Cabíria”, esse filme de Fellini e de Giulietta Masina, marido e mulher durante 50 anos e um dia e inspiradores mútuos na construção desta e de outras obras, de que me interessa destacar “La Strada” – porque também “La Strada” é Giulietta Masina, apesar do Anthony Quinn que ele lá é.

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Maio 31, 2017

Boletim da 298ª Sessão: “O Milagre de Milão”, de Vittorio De Sica, de 1951

“Vittorio De Sica (reúne) no interior de “Miracolo a Milano” as porções certas de humor, drama, romance e fantasia. Vittorio De Sica desenvolve eficazmente as dinâmicas destes elementos que se encontram em situações de pobreza extrema, para além de expor, de forma ficcional, as dificuldades sentidas por estes homens e mulheres que procuram viver com dignidade e as ténues conquistas que efectuam, com “Miracolo a Milano” a colocar o altruísmo, optimismo e alegria de figuras como Totò em contraste com o oportunismo dos grandes capitalistas ao mesmo tempo que exibe as discrepâncias de uma sociedade que beneficiaria e muito se tivesse mais indivíduos como o personagem interpretado por Francesco Golisano.

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